colcado preto no branco após o logotipo (muito bem pensado) dessa revista americana meio que vira verdade. A questão central aqui a ser analisada é a ética no design. Será que o diretor de arte Herb Lubalin tinha consciência do peso e validação que dava para esses “fatos”? Tem a questão do jornalismo americano típico da época também que teria que ser pesquisado para pensar nesse conceito do “fato” tratado um pouco como verdade.
Afora isso as capas são incrivelmente bem pensadas, com um trabalho de tipografia impecável ao meu ver. Dá pra notar que foram feitas com muito cuidado.

Essa capa parece que gerou uma super controvérsia e o Barry Goldwater processou a revista depois.

Acho essa capa memorável! Incrível como ele consegue apenas com a headline em bold e um tracejado criar uma capa tão boa.


